GPT - Greener Preservation Token

Ativo

É nessa esteira que nasce a Greener e o seu produto, o Greener Preservation Token – GPT, em português, Token de Preservação Greener. O GPT é um ativo que consiste na materialização da iniciativa de promover a tokenização de ativos ambientais oriundos dos mais diversos tipos de serviços de preservação do meio ambiente e da manutenção de suas estruturas naturais, viabilizando, através de um canal digital, transparente, simples, seguro e de fácil acesso a todos, a participação nessas iniciativas sustentáveis. O GPT, assim, em sua essência, é um criptoativos destinado ao fomento à preservação e à compensação de passivos ambientais.

Através dos GPTs, qualquer pessoa física ou jurídica, entidade ou organismo que tenha suas emissões de CO² Gases do Efeito Estufa (GEE) mensuradas e quantificadas poderão compensá-las de forma fácil e ágil, através de uma plataforma que utiliza a rede blockchain, sistema que confere plena governança e rastreabilidade de ponta a ponta.

Todos os ativos ambientais tokenizados pela Greener e transformados em GPTs passam por um prévio e austero sistema de diligência, validação e auditoria, no qual são examinados desde a titularidade e a cadeia dominial das áreas em que os projetos de originação são desenvolvidos, passando pelos inventários florestais, relatórios de medição, formalizações dos compromissos de preservação, metodologia e certificação utilizados, até a geração definitiva de cada uma das toneladas de CO² que são disponibilizadas à plataforma para tokenização.

A partir deste momento, uma vez superada a fase inicial de diligência e, estando integralmente adequadas aos parâmetros da originação, cada uma das toneladas de CO² equivalentes (1 ton. CO²) geradas nos projetos e submetidas à tokenização sendo individualizadas e singularmente identificadas, passam a adquirir um “número específico de série” – uma “hash” - tal como um chassi, o qual a acompanhará desde o início do processo de tokenização até a sua aposentadoria definitiva, quando vier a ser utilizada para a compensação de determinada pegada de emissão de CO² de seu respectivo titular.

Os GPTs são individualizados e numerados previamente ao processo de tokenização, de modo que os tokens gerados a partir do respectivo processo de digitalização acabam por nascer com a característica de unicidade, ou seja, nascem referindo-se cada um a cada uma tonelada específica de CO² equivalente constante de sua base.

Especificamente em relação à primeira emissão de GPTs, esta consiste na tokenização de ativos provenientes da conservação de floresta nativa da região de Apuí-Amazonas, no qual a área do projeto é nomeada como “Fazenda Floresta Amazônica”, localizada no bioma amazônico.

Cada crédito de carbono gerado pelo serviço de conservação, é classificado como “Créditos de Biodiversidade” pois sua origem remete às florestas nativas e de sua respectiva biodiversidade, incorporando não apenas o crédito de carbono em si, mas também todos os serviços ambientais prestados e a proteção da biodiversidade (flora e fauna) da região.

Sob a perspectiva de iniciativas digitais no setor ambiental, o GPT representa um criptoativo referenciado em um ativo físico, individualizado e destinado à compensação de pegadas de CO² por parte de seus adquirentes, viabilizando a participação destes em uma ação de sustentabilidade diretamente ligada à preservação de florestas nativas e de sua biodiversidade localizadas no bioma amazônico.

Em síntese, o GPT garante aos seus adquirentes a participação direta em ações de sustentabilidade e manutenção de um ecossistema com riquíssima biodiversidade. Ao contrário de outras iniciativas que focam no reflorestamento, os ativos vinculados a esta primeira emissão de GPTs representam a verdadeira e já performada preservação de florestas nativas no bioma mais relevante e sensível à manutenção da vida em nosso planeta.

A Greener introduziu o "Greener Preservation Token" (GPT), um criptoativo voltado para a preservação ambiental e compensação de emissões de CO2. O GPT é um ativo digital baseado na blockchain, representando a preservação de florestas e serviços ecológicos. Ele passa por um rigoroso processo de validação e auditoria, garantindo transparência e rastreabilidade. A primeira emissão do GPT foca na conservação da floresta nativa na Amazônia, incorporando créditos de carbono e biodiversidade. O GPT oferece aos seus detentores uma forma direta e única de contribuir para a sustentabilidade e preservação da biodiversidade amazônica.

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